DJ, Arquiteto de Softwares, Desenvolvedor .Net, Java e Cocoa
Posts em Destaques
LEBContacts 2.0 in Review Ontem, enfim, eu enviei o a versão 2.0 do LEBContacts para a Apple, nesta nova versão a aplicação está com grandes mudanças que vão desde o redesenho de algumas telas a recursos de interação entre...
LEBContacts atinge a marca de 60 países Eu nem acredito, tudo começou com um app desenvolvido para participar de um concurso e atender algumas necessidades minhas no iPhone e agora o app já tem usuários em 60 países espalhados pelo mundo,...
LEBContacts, Atualizado, de novo :-) Não tem nem uma semana que eu atualizei o LEBContacts colocando o recurso “Minha Localização” e já estou publicando uma nova versão, agora com a inclusão da função “Enviar Minha Localização”.
Com...
LEBContacts v1.4.0 in Review Novidades para os usuários do LEBContacts estão por vir, no dia 11/01/2010 eu enviei para a AppStore a mais nova versão do app.
Agora o software conta com recursos de Geo-Localização, inicialmente...
Estado de Minas divulga sucesso do LEBContacts Demorou mas saiu, como eu disse no post anterior o Estado de Minas tinha feito uma entrevista comigo sobre o processo de desenvolvimento do LEBContacts, queriam saber o que motivou-me a desenvolver e se...
Hoje fizemos mais um dia de esqui, agora aqui em Valle Nevado, esta é uma das estações de esqui mais cobiçadas aqui do Chile, tem uma mega estrutura e um Hotel gigante no meio da cordilheira dos Anges a 3.000 metros do nivel do mar.
O lugar é lindíssimo, quase não dá pra contar as pistas de esquis e meios de elevação, tudo aqui é gigante, só pra conhecer deve levar um dia inteiro.
Eu e a Josi já fomos chegando e correndo pra uma das pistas, ficamos treinando até poder pegar uma rampinha para poder descer, mas antes de descer as rampas os tombos foram muitos
Como eu disse no outro post, quem vê acha que é facil mais aqui, na hora, você vê o quanto é difícil esquiar.
Normalmente o esqui só cança para os novatos, que já tem a manha não anda a pé, desce um morro esquiando e sobe através dos meios de elevação, ou seja, praticamente não faz esforços.
Quando você está aprendendo não dá pra arriscar a descer pista alguma, então pega pequenas áreas com pouca inclinação, desce e depois sobe a pé carregando o equipamento que é pesado demais, ao fazer isto umas 5 vezes você já está morto, e com a garganta seca, doido por água, que aqui uma garrafinha de 600ml custa R$ 6,00.
Lá pelas 14:00 paramos pra almoçar, o rango aqui foi bacana, pegamos uma especie de x-tudo com carne de churrasco, mais um sanduiche de frango com pasta de abacate e uma coca, detalhe a coca vem em temperatura ambiente, se quiser gelada você poe ela dentro da neve
Este é o churrasco que virou o sanduiche.
Após o almoço e com as energias revigoradas, voltamos aos esqui e agora arriscamos mais, pegamos uma parte maior da pista e descemos, acho que com mais um dia dá pra encarar as pistas grandes, se bobiar até com saltos, hehehehe.
Neste vídeo da pra ver que eu fiquei arriscando uns giros e descendo até no final tomar um tombo, comédia demais…
E nestes descemos legal.
É isto aí, fim do dia, hora de voltar pro hotel e tomar mais um dorflex… Afinal foi muito esforço…
Kracas… Não dá nem pra explicar, pessoal isto aqui é uma das coisas mais violentas que existe, é muito bom, uhuhuhu…
Ontem, eu e a Josi zarpamos rumo a El Colorado, uma das estações de esqui aqui do Chile, saímos do hotel as 09:00 e no meio do caminho demos uma parada rápida para comprar alguns artigos básicos de primeira necessidade, água e chocolate basicamente.
O caminho pra lá foi facilitado, nosso hotel fica em um bairro chamado Las Condes que é próximo a estrada que leva para as cordilheiras.
No começo da estrada já estavamos doidos pra encontrarmos a neve, aqui a ansiedade aumenta, do nosso hotel a imagem que mais se vê é a das cordilheiras com o topo todo coberto de neve… Anda van, anda…
Nosso guia informou que para começarmos a ver neve em Santiago é preciso estar a pelo menos 2.000 metros de altitude e que pra chegarmos em Colorado era necessário subir um estrada das cordilheiras e passar por um total de 40 curvas, da uma distância média de 60 km até lá.
A estrada é estreitíssima, porém mão dupla, ao passar um carro do seu lado na outra mão a sensação que dá é que os carros vão bater ou pelo menos bater os retrovisores, só vendo.
Quem desce, ou seja está voltando das estações, tem ao seu lado um barranco, a lateral do asfalto se mistura com as terras pretas da estrada e se a roda passar por lá já era.
A ansiedade já nos deixava doido e aos 1.600 metros começamos a ver alguns carros descendo com neve no capo e no teto, kracas… Sabe aquela sensação do mineiro a primeira vez que ve a praia? Imagina a nossa vendo a neve ali pertinho e sem poder tocar, “para motorista… Quero descer…”
Ao chegarmos a exatos 2.000 metros de altura, foi incrivél, começamos a ver a vegetação já coberta, na mesma hora vem as lembranças de tantos filmes que vimos com cenas como esta e que agora estavam alí, na nossa frente, sem cortes.
Cada árvore, cada casa, cada carro, era um show só, sem falar na visão incrivel de ver alguns carros estacionados e submersos na neve, doido demais.
Aos 2.500 metros de altura chegamos em El Colorado, a primeira estação de esqui a ser visitada, nesta hora o cérebro se confundia e manda várias instruções pro corpo ao mesmo tempo, não sabiamos se jogavamos neve um no outro, se pegavamos logo o equipamento de esqui, se pulavamos na neve… Nossa que loucura…
Entramos em uma loja de aluguel de equipamentos para esquiar, maladramente eu ja tinha feito várias pesquisa de preço e acabei decidindo por comprar calça e jaqueta pra mim e pra josi antes lá naquela loja chamada Paris, ou seja, agora era hora de alugar apenas botas, esquis, bastões e óculos.
Com os equipamentos na mão, saímos locamente pra fora e começamos a tirar fotos, olha só, parece até que já eramos profissionais no esqui. Ahahahaha, só vendo depois os tombos…
Pegamos uma aula coletiva de esqui, para iniciar, na verdade a aula de esqui coletiva é furada pois o instrutor não se dedica aos detalhes e passa só o básico, fizemos esta devido o preço ser bem menor e ser o nosso primeiro contato ali. Lá aprendemos a maneira correta de se travar as botas, colocar os esquis, movimentar-se com os esquis nos pés e o principal de tudo freiar.
Fim da aula, hora da diversão e tombos heheheehe…
Eu e a Josi não sabiamos pra onde íamos, só sabiamos que não dava para encararmos as decidas dos meios de elevação, mas confesso que eu já queria arriscar… Aiai…
Após uma hora de esqui livre, já notavamos o cançasso, quando você está com o equipamento e roupa a sensação que se tem é que você é um astronauta, a bota não o deixa movimentar direito, pior ainda quando o esqui está no seus pés, a força que você acaba fazendo é tanta que ao completarmos duas horas já procuramos logo uma cadeira para sentar e descançar um pouco.
Quanto ao frio, gente lá isto é balela, o esforço e o suor é tanto que a vontade que dá é de tirar a jaqueta. Para ir pra lá, o melhor é levar uma jaqueta mais fina, senão você vai derreter na hora de esquiar.
Demos uma paradinha pra almoçar aproximadamente 15:00, o restaurante lá é Hard Core, duas colheres grande de arroz com mariscos, quatro almondegas e uma coca custou aproximadamente R$ 32,00 putz não deu 150 gramas de comida.
Voltamos pros esquis e como já tinhamos descançado resolvi ir pros meios de elevação e descer a rampa, era cada mexida e um tombo… hahahahaha…
Vendo parece fácil gente, mais esquiar é difícil a zói… Nem a Josi que já tem prática com patins arriscou muito e não desceu a rampa. Mas o bocó aqui, aiaiai, arriscou, e advinha, tombo…
As 16:30 já estavamos mortos, procurando soro pra colocar nas veias, “gente tem algum médico por aí?”, “alguém tem dorflex?” Entregamos os equipamentos, fiz uma barganha com o cara lá e acabei comprando os oculos por uma bagatela de $ 16.000 pesos já que o aluguel era $ 6.000 pesos.
Aproveitamos que a van só iria descer as 17:00 e fomos fazer nosso boneco de neve, legal demais. Acho que muita gente queria fazer mais ficava com vergonha na hora e aproveitaram o nosso para tirar foto, epa, ficou famoso .
Na volta pra Santiago só conseguimos lembrar de duas coisas a primeira foi a Van ligando e a segunda foi desligando na frente do Hotel, o cançasso era tanto que voltamos dormindo com o corpo todo muído.
Vou resumir o dia na frase, “QUE DIA DO KRALHO”
Dia 19/07/2008 vamos pro Vale Nevado, outra estação de esqui, aguardem…